Catedral de Cachoeira do Sul (RS) recebe sepultamento de Dom Remídio Bohn

 

Porto Alegre - Rio Grande do Sul (Sexta-feira, 12-01-2018, Gaudium Press) A Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Cachoeira do Sul, acolheu recentemente o sepultamento do bispo diocesano Dom Remídio José Bohn, falecido aos 67 anos em decorrência de um câncer no pâncreas.

 Catedral de Cachoeira do Sul (RS) recebe sepultamento de Dom Remídio Bohn.png
Exéquias ocorreram na Catedral de Cachoeira do Sul
Foto: Diocese de Cachoeira do Sul

Na ocasião, a cerimônia acolheu centenas de padres e fiéis que demonstraram seu reconhecimento e gratidão ao bispo falecido e sepultado após a missa, em uma cripta construída na Catedral.

A celebração contou com a presença de todo o clero da diocese e também de membros do episcopado gaúcho, entre eles, Dom Jaime Spengler, Arcebispo de Porto Alegre; Dom Hélio Adelar Rubert, Arcebispo de Santa Maria; Dom Rodolfo Luís Weber, Arcebispo de Passo Fundo; e Dom Adelar Baruffi, bispo de Cruz Alta.

Dom Irineu Wilges, bispo emérito de Cachoeira do Sul e antecessor de Dom Remídio, afirmou que "um companheiro, um amigo, um exemplo seguiu outro caminho, mas deixou um legado de amizade, de incentivo e de amor às ações sociais".

Em nota, a CNBB manifestou solidariedade aos familiares e às comunidades da diocese, recorrendo às palavras de São João Paulo II na Encíclica Evangelium vitae: "Até a morte, aliás, não é de forma alguma aventura sem esperança: é a porta da existência que se abre de par em par à eternidade e, para aqueles que a vivem em Cristo, é experiência de participação no mistério da sua morte e ressurreição".

"Essa certeza, expressada nesse lema, é também o fundamento de nossa esperança maior, nesse momento de dor: somos todos irmãos e temos o mesmo destino que é caminhar, nesta terra, para um dia participarmos, juntos, da convivência eterna com o Pai. Enviamos o nosso abraço a todos e as nossas orações", diz o pronunciamento da Conferência, assinado pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner. (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Arquidiocese de Porto Alegre